CAPITALISMO X SOCIALISMO, A ESCOLA É INFLUÊNCIA? O QUE É "MELHOR"?
A algumas semanas eu li uma matéria na Veja, dizendo que a escola está deixando de ensinar para formar alunos contra o capitalismo, focando em uma educação política sem sentido. (SEM SENTIDO?) veja o que eles falam de Freire e dos professores:
Prontos para o século XIX
Muitos professores e seus compêndios enxergam o mundo de hoje como ele era no tempo dos tílburis. Com a justificativa de "incentivar a cidadania", incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.
(...) Da platéia, formada por alunos às vésperas do vestibular, alguém diz: "Com as chocadeiras, o homem altera o ritmo da vida pelo lucro". O professor Márcio Santos vibra. "Você disse tudo! O homem se perdeu na necessidade de fazer negócio, ter lucro, exportar." E põe-se a cantar freneticamente Homem Primata / Capitalismo Selvagem / Ôôô (dos Titãs), no que é acompanhado por um enérgico coro de estudantes.(...)
(...) o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: "Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?". Respondem os alunos: "A máquina". Indaga, mais uma vez, o professor: "Quem são os donos das máquinas?" E os estudantes: "Os empresários!". É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: "Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso". Fim de aula.(...)
(...) Os dois episódios, ambos presenciados por VEJA, não são raridade nas escolas brasileiras. Ao contrário. Eles exemplificam uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças. Parece bobagem, uma curiosidade até pitoresca num mundo em que a empregabilidade e o sucesso na vida profissional dependem cada vez mais do desempenho técnico, do rigor intelectual, da atualização do pensamento e do conhecimento. Não é bobagem. A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA. Pobres alunos.(...)
(...) Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal – algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" – à frente de "ensinar a matéria" ou "preparar as crianças para o futuro". Muito bonito se não estivessem nesse processo preparando os alunos para um mundo que acabou e diminuindo suas chances de enfrentar a realidade da vida depois que saírem do ambiente escolar.(...)
(...OLHEM ISSO)Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização.(...)
VEJA 20/08/2008
O PROFESSOR TAMBÉM É LÍDER DE OPINIÃO NA SOCIEDADE???
A escola deve ensinar tabuada e o B A BA? É claro que sim! mas também é espaço para discussão, como Freire dizia: "Educação é um ato político" e "eles" não querem que seja! "Deixe esssa parte para nós" diz os burgueses! "Continuem alienados", "continuem pagando impostos, caladinhos". A Veja é um lixo! Critica a classe de professores, Freire e Che!E que se dane esse Brasil de meu Deus! Carente de ideologia! Cansado de trabalhar por uma miséria, em silêncio, porque não sabe nem pra quem votou a 4 anos atrás, A escola é uma oportunidade para mudarmos as coisas, ENSINAR CIDADANIA!
Não sei se entendo o suficiente das coisas AINDA, para dizer o que é "melhor" ou "pior" politicamente para todos nós, se o socialismo ou o capitalismo. Na minha opinião deveríamos inventar um novo modelo de política. Apagar tudo, passar a borracha e reescrever as coisas, de uma maneira diferente, ajustada, equilibrada. Um novo plano democrático, como o planejamento que utilizamos em nova vida docente, se o resultado não aparece, mudamos a estratégia, reinventamos o caminho, plantamos bananeiras, o importante é atingir o objetivo. Vamos esquecer de receitas de bolo capitalista, socialista, tudo é uma grande merda mesmo! esquece! Vamos unir todo mundo e planejar o futuro novamente. Nossos alunos não devem ser de "direita" ou "esquerda", eles devem saber primeiro a diferença de "ser" e acontecer no mundo.